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BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, Homem, de 20 a 25 anos



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Notícia Facil
 

Educação

 

Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) contrata a Embratel para implantar Internet ultra-rápida interligando Universidades brasileiras

Tecnologia permite o tráfego de informações a taxas entre 100 e 1000 vezes mais rápidas do que as conexões por banda larga disponíveis

 

A Embratel venceu licitação para implantar uma nova rede de Internet ultra-rápida que interligará 10 pontos de presença da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), conectando Universidades Brasileiras localizadas nas regiões sudeste - São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro -, nordeste - Fortaleza, Recife e Salvador -, além do Distrito Federal.

 

O projeto desenvolvido pelo MCT/RNP, envolve uma solução de dados, voz e multimídia e é a primeira rede comercial GIGA de longa distância com velocidades de 2,5 a 10 gigabit/s, que permite tráfego a taxas entre 100 e 1000 vezes mais rápido que as conexões de banda larga. Hoje, não existe na América Latina nenhuma rede com essa capacidade.

Internet do futuro

A implantação desta nova rede beneficiará diretamente as pesquisas científicas brasileiras pois permitirá o tráfego de um grande volume de dados, em tempo real.

 “Com este projeto inovador na América Latina, a rede RNPng (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa – nova geração), como é chamada pelo MCT, insere-se no que há de mais moderno no mundo em  rede de pesquisa tecnológica, e constituirá a mais importante infra-estrutura do que se pode denominar “Internet brasileira de nova geração”, um ambiente de  estudo onde universidades e centros de pesquisa, desenvolverão aplicações tecnológicas avançadas de internet, tais como telemedicina, bibliotecas digitais multimídia e laboratórios virtuais”, afirma  Alexandre Grojsgold,  Diretor da RNP no Rio de Janeiro.

"A comercialização de infovias desse porte para instituições que não sejam operadoras de telecomunicações é inédita no Brasil e a Embratel, uma vez mais, participa de uma iniciativa pioneira nesta área", afirma Maurício Vergani, diretor da Embratel. “Além da oferta de um serviço inédito no mercado brasileiro, a tradição e a experiência técnica da Embratel em poder oferecer ao cliente serviços de qualidade a preços competitivos também foram determinantes para o sucesso da Embratel no processo licitatório desenvolvido pelo MCT”, destaca Vergani.

Fonte: Planin -- Assessoria de Imprensa da Embratel São Paulo e SBS -- Assessoria de Imprensa Embratel Rio de Janeiro e Nacional

 

SPS – Assessoria de Imprensa da Embratel – Rio de Janeiro e Nacional

Altamir Tojal e equipe – Tel: (21) 2111-2655

Contato: Carla Assemany



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 17h49
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Mercado de Trabalho

Olha a vaga aí gente!

Grandes empresas darão início neste segundo semestre a programas de trainee e estágio. Os programas são disputadíssimos e chegam a superar muitas das relações candidatos-vaga dos principais vestibulares do País. Basta um exemplo para ter noção do que é concorrer à uma vaga de trainee na Ambev. São 20 mil inscritos para um média de 20 contratados. Isso mesmo. Relação de 1000 candidatos para apenas 1 contratado.

No caso da Ambev as incrições vão até o fim de agosto. Para estimular ainda mais quem pensa em tenta a sorte -- porque neste caso nem só o estudo é situação sine qua non para conquistar a vaga -- a gerente de recrutamento da Ambev, Elisabeth Futiati, afirma que 60% dos cargos gerenciais são ocupados por ex-trainees. Para a selação da Ambev estão sendo analisados currículos de administração de empresas, economia, engenharia, ciências da computação e direito, entre outros. Serão pagos 14 salários por ano mais benefícios.

A Unilever também está com a peneira na mão para capturar talentos. E lá o programa de trainee é convidativo para quem quer atuar nas áreas de tecnologia da informação, manifatura, logística, finanças, recursos humanos e marketiong. E porque? O salário dos aprovados será de R$ 3.564 mais benefícios. E atenção: a diferença do trainee é a garantia de efetivação em relação ao estagiário que pode ser descartado ao fim do contrato.

Na lista de empresas ainda estão Rhodia e Siemens. E o vice-presidente de recursos-humanos da Rhodia, Osni Lima, também pontua: "Optamos por priorizar a contratação de trainees a partir do grupo de estagiários". Então sendo trainee ou estágiário, o importante é estar dentro.

Fonte: matéria retirada da edição de 03/08 do Valor Econômico -- Caderno: Eu&Investimentos



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 14h43
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Economia

<b>Artigo</b>

Artigo enviado pela assessoria de imprensa Holofote Comunicação do presidente da Cerâmicas Gyotoko, Adriano Lima.

Internacionalização empresarial

Presidente da Gyotoku aponta caminhos para se atingir objetivo

 

Toda empresa que busca internacionalizar-se deve estar preparada para se destacar no mercado global. No segmento de cerâmica (Produtos de Revestimentos) a competitividade é acirrada e são muitos os países que têm a tradição e exportam há muitos anos.

 O Brasil deve oferecer produtos de design avançado e original, ter um altíssimo nível de qualidade (os produtos devem estar em conformidade com as normas ISO), preços com custo/benefício adequado, e um serviço pós-venda destacado.

 Desse modo, a Empresa pode oferecer o melhor pacote de mix de produtos e serviços, diferenciando-se dos demais e ocupando preferencialmente posições frente aos principais concorrentes. A exportação é fator de melhoria contínua, pois necessita de processos eficazes em toda a empresa.

 Ao exportar é preciso analisar os mercados que a empresa deseja se inserir e participar ativamente na confecção de um plano de marketing e estratégico para sua inserção no mercado interno. Muitas vezes dedica-se a um mercado e durante meses não há nenhuma resposta positiva nem o retorno desejado em volumes. Porém, uma vez inserida não se pode deixar de atender o mercado, pois a credibilidade quanto ao serviço prestado no exterior é muito sensível dado o universo de oportunidades que se concorre.

 De acordo com dados da Anfacer, a indústria cerâmica brasileira já faz um esforço exportador de ampliar mercados, sendo que os produtos nacionais atingem atualmente 139 países. Em 2004, a exportação de cerâmica atingiu 125,8 milhões de m² e a expectativa para 2005 é de 141,5 milhões de m². A Cerâmica Gyotoku, uma das principais empresas de pisos e revestimentos cerâmicos do país, exportou US$ 5 milhões no ano de 2003, e em 2004 teve um incremento de 70%, atingindo a meta de US$ 8,5 milhões. Já para 2005, a meta é US$ 10 milhões.

 Conhecer o mercado que a empresa está exportando é preponderante e a pesquisa de mercado e feedback dos clientes ou distribuidores vão ajustando a performance dos produtos e serviços. Exportar no mundo global é um desafio e ao mesmo tempo oportunidade para o sucesso e as empresas brasileiras estão apostando nesse caminho.

 Adriano Lima

Presidente da Cerâmica Gyotoku



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 12h24
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Entrevista

Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) desapontado com governo Lula. Se fosse só ele...!!

 

O desapontamento com o governo Lula está em todos os cantos do País. Pegou pelo contrapé desde a classe menos favorecida, até o topo da pirâmide dos mais aquinhoados. Uma entrevista do diretor-presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Benjamin Steinbruch, é emblemática para mostrar que não tem jeito de não levantar as sombracelhas quando a pergunta é: Você acredita numa recuperação do governo? Ou ainda: se Lula sabia ou não sabia do mensalão?

Benjamin está desapontado, sim. E diz que o País caminha para o "pior dos mundos", com deflação e recessão. Segue alguns trechos da entrevista concedida à Folha de São Paulo na edição de 25 de julho de 2005.

Folha -- O sr. foi um dos apoiadores da condidatura Lula. Está decepcionado?

Benjamin -- Acredito que a decepção seja de todos -- dos que estiveram do lado favorável e daqueles que estiveram contra. Não podemos pensar "esse governo", e sim "nosso governo". Não creio que a atual crise esteja sendo boa para ninguém.

Folha -- O sr. acredita que o atual momento seja de crítica?

Benjamin -- É um momento de reflexão. Não adianta só criticar, porque assim não vai se chegar a lugar nenhum. É preciso ver como reconstruir -- se é que isso é possível -- a condição da governabilidade para o presidente Lula. Tomara que ele tenha a chance. Torço para que isso aconteça.

Folha -- A economia brasileira escapa da crise?

Benjamin -- Ao contrário do que se diz, a economia não está blindada. Estamos sentindo há bastante tempo fraqueza dos negócios dentro do País. Não se justificam essas taxas de juros nem o que está sendo feito. A inflação está zero, já existe deflação. Do jeito que está, estamos caminhando para conseguir recessão com a deflação, que é o pior dos mundos.

Em uma das perguntas a Folha questiona uma resposta em que ele diz que é preciso construir um país para quem está aqui e não apenas para outros países.

Benjamin -- A prioridade teria que ser o crescimento, por meio da oferta de empregos. Se um dia eu fizesse um partido político, seria o Partido do Emprego e da Produção, porque, ao garantir ambos e o acesso à educação, estaríamos fazendo o nosso papel para a melhora das condições da população e para a história da nação. Por outro lado, sem oferecer a possibilidade de emprego, sem o compormisso com a produção e sem educação de qualdiade para todos, o Brasil, como país, e nós, como povo, nunca seremos nada. E, infelizmente, hoje está acontecendo isso. O modelo em vigor é contra a produção. É um modelo rentista, no qual os juros são o melhor negócio.

Folha -- Na sua opinião, o que um governo deveria privilegiar para ser bem-sucedido?

Benjamin -- Noções de liderança e cidadania. Temos que copiar as coisas boas que os outros países já conseguiram. Vou contar uma história. Minha família vem do ramo têxtil. Lá pelos meus 17 anos, comecei a viajar para a Europa com meu pai e os outros da fábrica. Íamos a feiras para conhecer as tendências mundiais de padronagens, cores, estamparias. Vira e mexe um cortava, escondido, um pedacinho de tecido. Quando nós chegávamos, nós nos reuníamos para ver em cima de qual amostra iríamos trabalhar. Meu pai, que é pessoa a quem mais reverencio, entrava na sala e dizia: "Copiem. Depois a gente melhora". Acho que ele tinha razão.

Fonte: Matéria assinada por Janaína Leite -- Folha de São Paulo 25/07



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 16h52
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Esporte

 

Futebol e dinheiro, tudo a ver!!

Por Fernando Bella

O Corinthians anunciou nesta semana o maior contrato de patrocínio na história do futebol brasileiro. A Samsung pagará US$ 6,5 milhões para estampar a marca na camisa do time alvi-negro paulista. A estratégia da empresa segue a tendência de outras quatro empresas do setor: LG, patrocinadora do São Paulo, Panasonic, do Santos, Siemens, do Cruzeiro e Kyocera, do Atlético-PR.

A marca entra no lugar da Pepsi, que encerrou o patrocínio assim que a MSI (Media Sports Investment) passou a controlar o departamento de futebol do clube do Parque São Jorge. O empresário Kia Joorabchian chegou afirmando que não queria pouco pelo patrocínio da camisa e esperou a melhor oferta. A tacada deu certo. O time joga sem patrocínio desde o contrato com a MSI e agora começará a colher frutos. O Corinthians passou então a encabeçar a lista dos maiores clubes brasileiros por faturamento. Seguido pelos outros três clubes paulistas: São Paulo, Santos e Palmeiras. Depois vem Cruzeiro e Internacionai-RS.

Para a Samsung a expectativa é conseguir colocar a marca na vitrine nacional de fabricantes de eletroeletrônicos e utilizou números do antigo patrocinador do Corinthians para convercer o departamento de marketing. A Pepsi, antes de estampar a camisa do Timão, estava com 9% da participação do mercado nacional. Ao fim do contrato já abocanhava 13%.

Brasil x Europa -- Ainda que seja um ótimo montante para qualquer clube brasileiro, os números nacionais estão longe do que se vê na Europa. E se engana quem pensa que os patrocinadores lá pagam mais do que cá. Na verdade, as equipes européias sabem mais do que ninguém usar o marketing esportivo a seu favor e também conseguem boas arrecadações nos jogos.

O São Paulo é outro exemplo de clube brasileiro que pode aumentar seu caixa de patrocínio. Quer da LG pelo menos o dobro dos R$ 8 milhões pagos atualmente. Tudo pela conquista da Taça Libertadores da América. Porém a disputa para acertar os números só está no começo. O diretor de marketing do clube, Julio Casares, afirmou que é mais do que justo o aumento da cota. "Se o Corinthians não conquistou nenhum título consegue um valor desses, o São Paulo precisa ser remunerado à altura" -- lançou. Porém do lado da LG a resposta é bem clara: "Estamos felizes com o São Paulo, mas não vamos nos deixar levar pela euforia do título. Houve época que o São Paulo não ganhava e nem por isso pedimos descontos por causa disso" -- retrucou o gerente de marketing da empresa, Eduardo Toni.

Olhando para o Velho Continente fica uma lição. Ao invés de colocar patrocinadores na parede, os times brasileiros deveriam saber utilizar melhor suas marcas. O Real Madrid, da Espanha, teve faturamento maior que a soma dos ganhos dos principais clubes brasileiros. A receita dos primeiros 19 clubes da lista é de R$ 825,75 milhões. O time espanhol faturou R$ 859 milhões, em 2004. E não estão inclusos no estudo do faturamento dos clubes da Europa a venda de jogadores. Diferente do Brasil, onde 65% da receita dos clubes está atrelada a transação de atletas.

Veja um exemplo de como o clube e patrocinador fazem uso da paixão pelo futebol em troca de cifras do torcedor. A alemã Siemens patrocinadora do Real Madrid lançou promoção em que os compradores de celulares da marca concorrem a ingressos para ver o jogo da equipe madrilenha e ainda ir ao vestiário para tirar fotos com os ídolos. Além disso, o time vende camisas como água ao ter nomes de jogadores como Raul, Ronaldo, Roberto Carlos e David Backham, entre outros, estampados no verso.

Para concluir, a consideração do executivo da Casual Auditores que edita a lista dos clubes que mais faturam no Brasil: "Os clubes precisam diversificar receitas, buscando aumentar a arrecadação dos jogos e a exploração comercial da marca. O jogador é exportado cada vez mais cedo. Os clubes não estão colhendo os frutos do investimento nos atletas, mas sim cortando pela raiz".

Fonte: matérias assinadas por Nelson Niero e Eliana Sobrail -- Valor Econômico 20/07



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 16h44
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Crônica

Corinthiano aplaude TRIcolor

Por Fernando Bella 

Não é mole não, ter que ver o São Paulo Campeão. E mais ainda: admitir que foi merecido. Não dá pra deixar de aplaudir um São Paulo bem aplicado taticamente e de marcação acirrada diante de um Atlético-PR perdido dentro de campo. Um jogo para ficar na mente de quem gosta de futebol. Um jogo que levou 70 mil torcedores ao Morumbi. Um jogo que fez o São Paulo se tornar o primeiro time brasileiro a ser Tricampeão da Libertadores da América.

Não foi preciso mais que 20 minutos de partida para o time do Morumbi mostrar a que veio. O primeiro jogo foi um magro empate em 1 a 1, em Porto Alegre, já que o Atlético-PR não pôde mandar a partida em Curitiba por falta de capacidade de público do estádio Kyocera Arena. Apesar disso, já havia sido uma grande partida. Porém foi em casa que o São Paulo não baixou a crista de galo dono do galinheiro e com 17 minutos da primeira etapa Amoroso já fazia o primeiro gol.

Seria apenas o começo de uma vitória de gala. Como também ser diferente? O time parecia uma orquestra bem regida pelo técnico Paulo Autuori. Na defesa um trio de cherifes com Fabão, Alex e Lugano. Um bem entrosado com o outro. Não falhavam na cobertura e na pegada.

Não bastasse uma defesa bem armada, no meio campo os cães de guarda estavam bem acordados. Josué e Mineiro pareciam gladiadores em todas as divididas. Ganhavam uma disputa de bola a trás da outra. Faziam com que o meio criativo do Atlético-PR fosse anulado, facilitando ainda mais a vida da zaga tricolor.

Na criação e cadência, um Danilo. Discreto porém eficiente. Toque de bola bastante aprimorado, conseguiu fazer a bola girar de um lado ao outro na busca dos laterais. E que laterais: Júnior e Cicinho. Pareciam as rodas desse carro veloz que foi o São Paulo ontem.

Cicinho é sim um jogador pra ser guardado a sete chaves. Apoia e marca com a mesma aplicação. Um lance em separado é pra servir de exemplo. Na linha de fundo no campo de defesa tricolor, Cicinho faz a marcação e afasta a bola para a lateral. A vibração é como se fosse de um gol. As veias pulam de sua garganta. Sua face de fúria e vontade de jogar é o reflexo de um São Paulo campeão.

No ataque, uma dupla que já tinha feito a alegria de outra torcida. Luizão e Amoroso trazem entrosamento desde os tempos de Guarani. Os dois começaram carreira no time de Campinas, mas agora no São Paulo, mais experientes, fizeram a festa na zaga dos paranaenses.

Ainda no primeiro tempo, o São Paulo quase é punido pelo erro do juiz que marcou um pênalti em uma falta fora da área. Mas a noite era mesmo tricolor. Fabiano, o melhor jogador do Furacão, perde a cobrança ao chutar na trave. Coitado, porém incompetente. FOi ali que colocara o ponto final nas chances do Furacão.

Depois no segundo tempo a festa foi selada. Fabão, Luizão e Diego Tardelli marcaram os outros gols da vitória por 4 a 0. Não tem mesmo como não aplaudir esse São Paulo. Time do capitão Rogério Ceni. Goleiro artilheiro, artilheiro goleiro. A imagem de Roge´rio levantando a taça fecha a noite. Noite de Morumbi em festa, São Paulo campeão.

Parabéns São Paulo!!!



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 11h56
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Négócios

Olha a coincidência. Notícia Fácl pelo jeito veio na hora certa!

 

Segue texto na integra retirado do portal da comunicação Comunique-se. O artigo trata sobre a boa hora de empreender em veículos de comunicação e exalta o poço de oportuinidade no meio online.

Bom momento para a criação de veículos

Mario Lima Cavalcanti

Parando um pouco pra pensar, nunca estivemos em uma época tão boa para a criação de publicações online. Hoje temos no universo que cerca a mídia digital equipamentos e programas a baixo custo, recursos gratuitos para divulgação, publicação e comunicação e facilidade de conseguir fontes e novos contatos. Rich Gordon, veterano norte-americano de jornalismo online e colaborador do E-Media Tidbits, foi bem feliz ao pinçar (aqui) no último dia 6 de julho um post de Joe Kraus - um dos fundadores do clássico portal Excite - que sugeria em seu weblog que "é uma grande hora para ser um empreendedor".

Kraus, agora CEO e co-fundador da JotSpot, empresa de soluções para publicação colaborativa, exemplifica que foram necessários US$ 3 milhões em fundos para lançar o Excite em meados dos anos noventa enquanto sua nova empresa precisou apenas de US$ 100 mil. A diferença, segundo o empreendedor, está em quatro engrenagens principais: equipamentos mais baratos [se comparado aos preços da época do boom da Internet]; software livre [a popularização de sistemas operacionais como o Linux e suítes de programas de escritório como o Open Office]; terceirização de tecnologia [pode-se entender aqui a contratação de empresas de desenvolvimento para se desenvolver algum recurso adicional]; e marketing de ferramenta de busca (search-engine marketing) [a simples inclusão de um sítio no índice de ferramentas de busca como o Google já é um diferencial, mas incluem-se aqui também técnicas para tornar um sítio mais visível em mecanismos de procura].

Transferindo a idéia de Kraus para plano do jornalismo online, é possível criar um veículo online a baixo custo e em curto prazo. O retorno financeiro, no entanto, pode depender de outros esforços do empreendedor. Mencionei algumas vezes aqui na coluna weblogs como o PaidContent.org e o Holovaty.com, montados por profissionais de renome e que conseguiram uma certa auto-sustentação. Um weblog; uma idéia; divulgação; dedicação e profissionalismo. Tirando o fato de ambos os veículos pertencerem a profissionais com experiência em meio digital, pode-se dizer que estas são as engrenagens que os movem.

Criar uma publicação virtual não significa montar uma grande redação com uma infra-estrutura luxuosa, ainda mais nos dias de hoje, com a frágil e imprevisível economia global. O rio navega em uma nova direção e diz respeito a outras engrenagens importantes como ética, segmento e organização (o teletrabalho, que inclui todo um processo organizacional para se trabalhar em casa, e as inúmeras obras já lançadas sobre o assunto estão aí para mostrar isso). Com um pouco de astúcia a facilidade de publicar algo na Internet pode se transformar em algo sólido e duradouro.

Em tempo:

A teoria de Joe Kraus dos quatro principais fatores que demonstram a boa época para se empreender pode ser lida (em inglês) na íntegra em seu weblog.



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 14h50
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Política

Kit descarrego para Lula. A que ponto chegamos

Por Fernando Bella

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu apoio fervoroso dos sindicalistas da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e também da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil). Não bastasse ainda recebeu de lambuja um kit descarrego pra ver se pelo menos forças superiores tiram o presidente da forca que estão prestes a colocá-lo.

Depois de uma série de escândalos como os problemas com os Correios, propinas e facilitação em licitações para prestação de serviços, e também o mensalão levado a tona pelo deputado Roberto Jefferson, parece mesmo que o Lula terá de apelar para tudo o que for religião. Estão até mesmo querendo mudar a regra no meio do jogo no quesito reeleição. Pode vir decisão do Congresso para eliminar a reeleição já nas próximas eleições. Ísso é ridículo.

Pois bem. Voltando ao apoio dos sindicalistas. Alguns presentes, a maioria diga-se de passagem, chegaram a gritar: Lula é nosso amigo. Mexeu com ele, mexeu comigo. E tentando fazer coro para se dizerem adeptos a reeleição, gritaram também: um, dois, três, Lula outra vez.

Estavam presentes cerca de mil sindicalistas no Salão Nobre do Planalto, apesar do boicote de três importantes centrais Força Sindical, CAT (Confederação Autônoma dos Trabalhadores) e SDS (Social Democracia Sindical), que não compareceram alegando que seriam usados como massa de manobra do governo.

Talvez os militantes dos sindicatos não adeptos estivessem com um ponto de interrogação na cabeça: qual a relação desse apoio fervoroso e com palavras de ordem e a indicação de Luiz Marinho, até então presidente da CUT, para ser o novo ministro do Trabalho. Façam as próprias análises. Quem quiser saber a minha opinião, pense: quem cala consente!!

CPI -- A possibilidade de unir as duas CPIs -- dos Correios e Mensalão -- já foi vetada no Congresso. Na verdade é tanta coisa para se investigar que muitos defenderam a união porque a CPI dos Correios tem muito a ver com a corrupção do mensalão. Até mesmo alguns acusados de receber e pagar o dinheiro mensal serão ouvidos duas vezes, já que estão envolvidos em ambos escândalos.

A não união pode fazer com as coisas sejam melhores resolvidas. Porque divide as investigações. Porém também pode fazer com que uma tire a atenção da outra. Por isso, o melhor é esperar os fatos. A opnião pública tem o dever de ficar atenta ao que será declarado. E também guardar bem os nomes de quem está envolvido. Não vamos ser burros e errar novamente. O voto é a única arma do povo!

Fonte: Folha de São Paulo e Valor Econômico 12/07



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 22h17
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Economia Brasil

Eita churrasco bom. E o Lula que se cuide na dieta!

Por Fernando Bella

Na quinta-feira, dia 14/07, o presidente Lula vai estar com o presidente frânces Jaqches Chirac em um estravagante churrasco para oito mil convidados. Isso mesmo! E serão servidos 600 quilos de carne. O que parece festa, e de certo ponto até que é mesmo, faz parte da estratégia do governo brasileiro através da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil) e da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) para promover a carne bovina e a exportação do produto.

O orçamento total das churrascadas é de R$ 3,8 milhões até agora. Há ainda nas contas a possibilidade de entrar no bolo de cifras mais R$ 2 milhões. A primeira edição do evento foi no Egito e por lá as exportações até que mostram algum sinal de que a tacada governamental pode levar algumas bolas de ganhor reais a caçapas de empresários nacionais. O Egito chegou ao posto de segundo exportador do Brasil de carne bovina in natura em junho.

Os eventos acontecem também em Silistra e Sofia, na Bulgária, ainda este mês, e em Moscou, na Rússia, em setembro. A expectativa é de que as exportações brasileiras cheguem a US$ 3 bilhões neste ano. Tirando a parte economica, é bom o Lula se cuidar e ficar de olho na balança. Mas não a comercial, e sim nas dos quilos a mais.

Fonte: matéria assinada por Fernando Lopes, Jornal Valor Econômico 12/07

Trabalhador pode escolher o banco que quiser.

Quem é assalariado e registrado em carteira sabe que hoje em dia as empresas trabalham no seguinte esquema com os bancos: todos os colaboradores passam a ter conta, chamada de conta salário. Que bicho é esse? O banco fica com todas as contas correntes dos funcionários para o crédito automático do ganho mensal. Também tira seu proveito das centenas de contas correntes que ali são abertas. Para as empresas também há benefícios. Pois a partir desse argumento podem fazer o jogo financeiro ficar mais fácil para o lado mais fraco, o do empresariado.

Para entender melhor ainda. Quando uma empresa precisa de empréstimos ou então quitar divídas, usa o banco parceiro como um aliado. Joga na cara da instituição financeira o bem que a companhia faz com tantos funcionários ali correntistas. Negocia taxas de juros e outros quetais. O banco quase sempre aceita. Pois com taxas e outros serviços, os donos dos cofres acabam areecandando reais e mais reais dos trabalhadores ali cadastrados.

A novidade -- Pois bem. Agora o Congresso Nacional pode colocar em vigor lei que deixa o trabalhador apto a escolher o banco que quiser. Mas algumas empresas não estão vendo com bons olhos a iniciativa do legislativo. Não precisa nem explicar, visto os exemplos dados. Caso vire uma realidade e os funcionários se disperssem para bancos distintos, a empresa perde o poder de barganha, já que mexe com massa considerável ligada ao banco.

Porém o funcionário que achar uma boa a alternativa também pode estar caindo em armadilha. Pois o banco acaba diminuindo valores de taxas para o usuário enquadrado como funcionário, já que a conta salário fica em constante movimentação.

Exemplos concretos dos benefícios:

Pelo lado do trabalhador -- Rinaldo Pecchio Jr, diretor financeiro e de Relações com os Investidores da Elektro Eletricidade e Serviços relata que conseguiu isenção de tarifas total para 90% dos funcionários. Além de fazer o banco ligado à empresa melhorar a oferta de serviços e preços.

Pelo lado da empresa -- A SoluCia, indústria de especialidades químicas comprada da Basf no ano passado pelos próprios funcionários, também conseguiu vantagem no uso da "moeda de troca" de conta salários. O vice-presidente da companhia, José Luis Teixeira, admite: "Se o banco ganha dinheiro comigo, eu ganho espaço para negociar melhores taxas de juros em empréstimos".

Fonte: matéria assinada por Janes Rocha -- Jornal Valor Econômico 12/07



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 18h05
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Empresas

Vê uma Coca-light aí!! Essa frase deve ser mais comum a partir de agora.

Por Fernando Bella

Quando você vai a um restaurante, bar, balada ou até mesmo na mercearia do vizinho e pede uma Coca-Cola Light, imagina a estratégia da empresa para fazer você comprar esse produto? Pois é, dificilmente. O que você procura é matar a sede e nada mais. Porém a Coca-Cola está disposta a aumentar a participação dos produtos lights da marca no faturamento da companhia no País. São oito produtos, incluindo a linha de chás Nestea. Até agora apenas 10% do que a Coca-Cola fatura está atrelado aos produtos light.

Então não se surpreenda quando ligar a TV ou ir ao cinema e der de cara com uma propaganda nova, elaborada exatamente para aumentar a visibilidade desses produtos. A Coca-Cola lançará na quarta-feira, 13 de julho, campanha com o slogan Calorias de Menos, Sabor de Mais, produzida no Brasil. Para a Coca-Cola não há porque fazer uma campanha específica para cada produto. "A campanha ajuda o consumidor a saber qual a linha completa de produtos light e alavanca as vendas de todo o portifólio" -- afirmou a diretora de marketing da Coca-Cola do Brasil, Mônica Horcades, em entrevista ao Valor Econômio na edição de 12 de julho.

Números -- Quem constuma procurar por um refrigerante light para molhar a guela está incluso em público de alta renda. Os dados da matéria são da A/C Nielsen. A Coca-Cola é dona de 53,3% do setor de refrigerantes no País. Ambev 16,4% com marcar como Guaraná Antarctica e Pepsi, entre outros. 30,2% fica com o restante das empresas de refrigerantes. Pesquisa de maio de 2005.

Aquisição -- A Coca-Cola ainda não fez barulho sobre aquisição que está prestes a ser concluída. A companhia está de olho na Suco Mais, com sede em Linhares, no Espírito Santo, faturou R$ 65 milhões no ano passado e é a segunda colocada do setor com participação de 12% no mercado. Atrás apenas da Mexicana Del Valle com 26% do mercado. A aquisição deve ser anunciada em agosto próximo.

Fonte: matéria assinada por Daniela D´Ambrosio - Valor Econômico

Cadê a Schincariol que estava aqui?

Parece que a Schincariol não é mais a mesma, mesmo. Segundo pesquisas da Nielsen, divulgadas pelo Jornal Valor Econômico na ediçãod e 12 de julho, a Operação Cevada -- para investigar problemas fiscais da empresa com sede em Itu, no interior Paulista -- não afetou as vendas da cerveja. Porém na prática o cenário parece outro.

Nas prateleiras dos supermercados como Extra, Carrefour e Wal Mart já não se vê a cerveja com os mesmos espaços. Algumas visitas da reportagem do Jornal Valor Ecnômico perceberam que a Schincariol passou a ocupar menos gôndolas e até mesmo ficar em lugares menos visíveis. Os tablóides com ofertas de produtos também não traziam a Nova Schin como astro em nenhuma parte das pequenas publicações, sempre bem coloridas.

Mesmo assim os números da participação das cervejarias nas vendas de varejo estão aí para serem contestados:

Abril -- Ambev* 68,2% / Schincariol 12,5% / Molson*ª  8,7% /  Petrópolis 5,1%

Maio --  Ambev 68,3% / Schincariol 12,7% / Molson 8,7% /  Petrópolis 5,2%

Junho -- Ambev 67,9% / Schincariol 12,9% / Molson 8,8% /  Petrópolis 5,2%

*Ambev - Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia, Kronenbier e Caracu

*ªMolson - Kaiser Pilsen, Kaiser Summer Draft, Xingu, Kaiser Bock, Bavaria Pilsen, Bavaria Premium

Fonte: matéria assinada por Daniela D´Ambrosio e Claudia Fachini, Jornal Valor Econômico 12/07.



Escrito por Fernando Bella -- Jornalista às 11h45
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